Testemunhos



Irmã Benedita

Data do testemunho: 13/2/2016

Benedita

Eu e minha família morávamos em Brasília e congregávamos com o Pastor João Pereira. Até que tivemos que mudar para São Paulo.

Não havia igreja próxima a nós, então nisto ficamos sem congregar mais ou menos quatro anos, mas nunca deixamos aquela chama se apagar dentro de nós, pois havia um grande desejo de ter uma igreja perto, orávamos a favor disso.

Um dia ligamos o rádio e encontramos o programa do Pastor João Henrique e começamos a ouvir diariamente. Até que um dia o Pastor disse que haveria um culto de evangelismo no pátio de uma escola em Guaianazes.

Não perdemos tempo e fomos ao local marcado, pois nossa alma estava com sede da Palavra. Foi uma luta para chegarmos ao local, mas conseguimos.

Chegamos lá o irmão Marcelo estava cantando de uma forma tão avivada como nunca tínhamos visto, o pastor João Henrique pregou e o culto foi maravilhoso.

Quando terminei eu e meu irmão Oseas fomos até o Pastor e falamos que estávamos sem congregar a um tempo, perguntamos se não haveria como ele fazer um culto em minha residência. Ele respondeu - “eu tenho vontade de abrir uma igreja aqui em Guaianazes, mas Deus não permitiu, pois não era hora. Quem sabe não é agora através de sua família irmã Benedita”. E assim ficou marcado para a semana seguinte.

Depois do primeiro culto o seguinte passou a acontecer a cada quinze dias, sendo ministrado pelo Pastor João Henrique com auxílio do irmão Marcelo.
Através destes cultos Deus foi  nos abençoando maravilhosamente, minhas filhas Érica e Elisabete foram batizadas.

O Pastor João Henrique pediu para procurar um ponto para alugar. Então encontramos um local, comunicamos ao Pastor, foi de seu agrado e fechou negócio. Na inauguração havia muitas pessoas, mas depois permaneceu apenas minha família.

Os cultos foram ministrados pelo irmão Marcelo e a ceia pelo Pastor João Henrique. O irmão Edinaldo, meu esposo, foi consagrado a diácono.
O irmão Marcelo e a tornou-se Pastor, ficamos sete anos na Avenida Nordestina. Até que mudamos para Rua Coutinho e Melo onde estamos hoje.